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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Torres, Bárbara Azevedo Pereira-
dc.creatorSilva, Priscila Aparecida-
dc.date.accessioned2022-08-25T23:36:27Z-
dc.date.available2022-08-25-
dc.date.available2022-08-25T23:36:27Z-
dc.date.issued2021-11-25-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unis.edu.br/handle/prefix/2420-
dc.description.abstractOne of the main challenges that affects dairy cows are disorders of metabolic origin, which occur predominantly in the transition period between pre- and post-partum. High production animals have a high nutritional requirement, as they demand a faster metabolism compared to others. This fact, associated with changes in eating patterns at this stage, make them more susceptible to the occurrence of metabolic disorders, such as ketosis. This disease is characterized as a metabolic disorder characterized by the accumulation of ketone bodies in the animal's body, due to the high rate of lipid mobilization, which causes productive and reproductive problems in affected animals. Nutritional alternatives, which aim to better prepare the female for the transition period, have been used in order to reduce metabolic diseases at this stage. Among these alternatives, we can mention the supplementation of protected choline in the diet of cows during the transition period, in order to optimize the lipid metabolism of these females, and reduce the incidence of postpartum metabolic diseases, such as ketosis. Therefore, this work aims to evaluate the use of 30g/day/animal of choline in a protected way on the incidence of subclinical ketosis in the postpartum period. For this, data were collected from four dairy farms in the southern region of Minas Gerais, two of which supplemented with choline, and two did not, in order to assess the influence of this supplementation on the average urine pH and incidence of subclinical ketosis in the herd. According to the data collected, it was noted that supplementation with choline for 30 days before parturition did not change the urine pH of the animals and its use did not present a significant difference in the occurrence of subclinical ketosis, making it necessary to adjust the dose per animal, since part of the choline, even in a protected form, is absorbed before being metabolized by the animal.pt_BR
dc.description.resumoUm dos principais desafios que acomete as vacas leiteiras são os distúrbios de origem metabólica, que ocorrem predominantemente no período de transição entre o pré e pós-parto. Animais de alta produção possuem grande exigência nutricional, pois demandam de um metabolismo mais acelerado comparado aos demais. Esse fato associado as mudanças nos padrões alimentares dessa fase, os deixam mais susceptíveis a ocorrência das desordens metabólicas, como a cetose. Essa enfermidade é caracterizada por ser um distúrbio metabólico caracterizado pelo acúmulo de corpos cetônicos no organismo do animal, em decorrência à elevada taxa de mobilização lipídica, o qual acarreta problemas produtivos e reprodutivos nos animais acometidos. Alternativas nutricionais, as quais objetivam preparar melhor a fêmea para o período de transição, vem sendo utilizadas com a finalidade reduzir as enfermidades metabólicas nessa fase. Dentre essas alternativas podemos citar a suplementação de colina protegida na dieta de vacas durante o período de transição, com intuito de otimizar o metabolismo lipídico dessas fêmeas, e reduzir a incidência de doenças metabólicas no pós parto, como a cetose. Diante disso o trabalho tem como objetivo avaliar a utilização de 30g/dia/animal de colina de forma protegida sobre a incidência de cetose subclínica no pós-parto. Para isso, coletou-se dados de quatro propriedades leiteiras na região do Sul de Minas, das quais duas realizam a suplementação com colina, e duas não, com intuito de avaliar a influência dessa suplementação sobre o pH médio da urina e incidência de cetose subclínica no rebanho. De acordo com os dados coletados, notou-se que a suplementação com colina durante 30 dias antes do parto não alterou o pH de urina dos animais e sua utilização não apresentou diferença significativa na ocorrência de cetose subclínica, fazendo-se necessário realizar o ajuste da dose por animal, uma vez que parte da colina mesmo de forma protegida é absorvida antes de ser metabolizada pelo animal.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Damaris Costa (damaris.costa@unis.edu.br) on 2022-08-25T23:36:27Z No. of bitstreams: 1 Priscila Rabello vet.pdf: 1060538 bytes, checksum: 123c5913694e48ede41c82964eeb68f3 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2022-08-25T23:36:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Priscila Rabello vet.pdf: 1060538 bytes, checksum: 123c5913694e48ede41c82964eeb68f3 (MD5) Previous issue date: 2021-11-25en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherFundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCentro Universitáriopt_BR
dc.publisher.initialsFEPESMIGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBalanço energético negativopt_BR
dc.subjectdoenças metabólicaspt_BR
dc.subjectperíodo de transiçãopt_BR
dc.subjectbovinocultura de leitept_BR
dc.subject.cnpqCiências Agrariapt_BR
dc.titleAVALIAÇÃO DO USO DE COLINA PROTEGIDA NO PERÍODO PRÉ-PARTO NA PREVENÇÃO DE CETOSE PUERPERAL EM VACAS LEITEIRAS.pt_BR
dc.title.alternativePRISCILA APARECIDA SILVApt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
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